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25º Festival Folclórico de Manacapuru: tradição, arte e engajamento social no Parque do Ingá

Cultura, cidadania e empreendedorismo se encontram no Parque do Ingá durante a 25ª edição do maior festival folclórico de Manacapuru

Resumo

A S&N acompanhou de perto o 25º Festival Folclórico de Manacapuru, no Parque do Ingá, reunindo cultura, inclusão social e empreendedorismo em uma só noite. Confira os bastidores, as coreografias autorais e as ações institucionais que marcaram o evento.

Manacapuru (AM) – A Sonho & Negócios (S&N) esteve presente, na noite desta sexta-feira (04), na cobertura exclusiva do 25º Festival Folclórico de Manacapuru, um dos maiores eventos culturais do interior do Amazonas. A edição de 2026 do festival ocorre nos dias 3, 4 e 5 de julho, a partir das 19h, no Parque do Ingá, com realização da Prefeitura de Manacapuru por meio da Secretaria Municipal de Turismo (SEMTUR).

Mais do que uma disputa entre bois e grupos folclóricos, o festival se consolidou como um ponto de encontro entre cultura, cidadania e empreendedorismo local, reunindo diferentes secretarias municipais e iniciativas sociais em um só espaço.

Feira das Mulheres Empreendedoras movimenta o público

Paralelamente às apresentações no palco principal, o público prestigiou a Feira das Mulheres Empreendedoras, projeto da Secretaria Municipal de Política para Mulheres (SEMPM). A iniciativa oferece visibilidade e renda a empreendedoras locais, reforçando o caráter social e econômico do festival para além do espetáculo artístico.

Ações institucionais: trânsito, educação e saúde em pauta

A equipe do Instituto Municipal de Trânsito (IMTRANS) também esteve presente, distribuindo folhetos educativos e orientando o público dentro da campanha Maio Amarelo, com o lema “Respeito no trânsito começa por você”. A ação contou com o apoio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEMEC) e da Secretaria Municipal de Saúde (SENSA), unindo entretenimento e conscientização em um mesmo espaço público.

Transmissão oficial e acessibilidade em Libras

A cobertura do 25º Festival Folclórico contou com a equipe de assessoria de comunicação da Prefeitura de Manacapuru, além de veículos de imprensa credenciados, entre eles a Sonho & Negócios (S&N). As transmissões, feitas pelos canais oficiais da prefeitura, contaram ainda com uma equipe de intérpretes de Libras, garantindo acessibilidade e inclusão a todo o público que acompanhou o evento remotamente.

Coreografias autorais contam histórias de superação

Um dos destaques da noite foi a participação da juventude local nas coreografias dos grupos folclóricos, com trajes combinando e passos ensaiados ao longo de meses de preparação. Segundo apurado pela reportagem, as coreografias apresentadas são criadas pelos próprios brincantes, o que reforça o caráter autoral e comunitário das apresentações.

As performances buscam ilustrar, por meio da dança, capítulos de discriminação e superação social, transformando memórias coletivas em arte. Cada apresentação é descrita pela organização como uma “batalha vencida por meio da arte”, simbolizando o avanço social ao longo das décadas de história do festival.

Um dos grupos em disputa – atual bicampeão do Festival Folclórico – apresentou brincantes descritos pelo narrador oficial como 100% manacapuruenses, filhos de pais também naturais do município, reforçando o orgulho de pertencimento local que permeia o evento.

Casais concorrentes se destacam nas categorias

Entre as disputas da noite, destaque para o item 7 (casal forrozeiro), com Emerson Lima e Geani Neves representando seu grupo, e para o item 6 (casal cirandeiro), com Thaís Cores e Fernando Simões. (Nomes a serem confirmados oficialmente pela S&N junto às redes sociais dos grupos.)

Curiosidade da produção: sincronia entre voz e movimento

Um detalhe pouco percebido pelo público é que o som apresentado durante as coreografias é controlado integralmente pela equipe técnica dos grupos. Os brincantes principais atuam em sincronia labial, enquanto os vocais e efeitos sonoros são reproduzidos pela equipe de produção – uma prática comum em festivais folclóricos de grande porte, que permite maior precisão na apresentação ao vivo.

Julgamento técnico e critérios de avaliação

A apresentação foi avaliada por uma comissão julgadora composta por três mulheres e um homem, posicionados estrategicamente dois à esquerda e dois à direita do palco, responsáveis por registrar notas técnicas e artísticas de cada grupo participante.

Encerramento da cobertura da S&N

A equipe da Sonho & Negócios permaneceu no local até às 22h20, acompanhando de perto o desenrolar das apresentações. Acontecimentos posteriores a esse horário não fazem parte desta cobertura e poderão ser complementados em futuras edições da matéria.


Cobertura: Sonho & Negócios (S&N) – jornalismo com padrão de credibilidade, direto de Manacapuru, Amazonas.

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