Começar com uma ocupação extra, como vender alimentos preparados, prestar pequenos serviços ou atuar no comércio on-line, tem sido o caminho escolhido por quem busca reforçar o orçamento mensal. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, o modelo permite testar o mercado e, em vários casos, evolui para a principal fonte de renda, com potencial de faturamento acima de R$ 5 mil por mês.
Os consultores alertam, porém, que transformar a iniciativa em empresa exige validação rigorosa. O primeiro passo é criar um MVP (Minimum Viable Product), ou produto mínimo viável, para checar se há demanda real. Essa estratégia reduz riscos, evita investimentos altos prematuros e elimina o “achismo”. Ouvir o cliente, ajustar o produto e analisar concorrentes fazem parte do processo.
A recomendação é iniciar em pequena escala, acompanhando custos e fluxo de caixa. Planejamento financeiro e metas de crescimento sustentável ajudam a não comprometer o orçamento familiar. Um vídeo produzido pelo G1 reúne orientações de especialistas sobre testes de mercado, formalização e expansão do empreendimento.
Entre os exemplos citados, o empreendedorismo feminino em Santa Catarina já soma quase meio milhão de empresas, indicando espaço para novos negócios se consolidarem no estado e no restante do país.
Com informações de G1

